O Estadão mostra como maquetes gigantes e caríssimas viraram arma de sedução no mercado de superluxo, onde empreendimentos com VGV bilionário disputam um comprador que pode escolher entre Camboriú, São Paulo ou Miami. No caso da Senna Tower, em Balneário Camboriú, a FG ergueu uma maquete de 16 metros, com LEDs e estrutura metálica, que pode custar até R$ 2 milhões e integra um estande de vendas de R$ 30 milhões — tudo pensado para transformar o futuro prédio mais alto do mundo em atração turística antes mesmo da obra.
Em São Paulo, o Parque Global, da Benx e da Related, também recorre a uma maquete altamente detalhada, assinada por Adhemir Fogassa, para dar escala a um terreno de 218 mil m² com torres residenciais, complexo médico do Einstein, hotel e shopping. Especialistas ouvidos dizem que, no ultraluxo, o problema não é o dinheiro, mas a decisão — e que essas miniaturas monumentais ajudam o cliente a “ver” o estilo de vida prometido e, assim, bater o martelo. Leia mais em O Estado de S.Paulo