O mercado hoteleiro brasileiro vive uma inversão de lógica: em vez de pagar diárias, investidores passam a comprá-las como ativo. Reportagem mostra a expansão da v3rso, bandeira do Hotel Emiliano voltada a operações mais enxutas e rentáveis, que vende quartos — a partir de R$ 1 milhão — como unidades imobiliárias capazes de gerar retorno. A estratégia inclui parcerias regionais e um plano de chegar a 100 hotéis em 15 anos, com estreias em Porto Alegre, Goiânia e São Paulo.
Na capital, a primeira unidade fica nos Jardins; outra será erguida no Parque Global, complexo da Benx que integrará hotel, torres residenciais, shopping e um centro de oncologia do Hospital Albert Einstein, gerando demanda praticamente garantida para hospedagens. Por ali, as unidades hoteleiras terão valores entre R$ 35 mil e R$ 40 mil/m², com entrega prevista para 2027.
O texto detalha projeções de rentabilidade — com payback de três a seis anos, dependendo da diária — e o uso intensivo de tecnologia para reduzir custos operacionais, do check-in por reconhecimento facial ao agendamento de serviços via app. A reportagem aborda ainda o avanço da multipropriedade, modalidade que divide um mesmo apartamento entre dezenas de proprietários e cresce em destinos como Campos do Jordão, onde resorts apostam em lazer robusto e cotas mais acessíveis como alternativa à segunda residência tradicional. Leia mais em O Estado de S.Paulo