O turismo médico no Brasil cresce entre 15% e 25% ao ano, impulsionado pela desvalorização do real, pela reputação da medicina privada brasileira e pela estrutura hospitalar robusta de cidades como São Paulo. Reportagem reúne relatos de estrangeiros — da suíça Nicole Schultheiss à americana Adrianna Rains — que viajam ao país para cirurgias estéticas planejadas em videoconferência e concluídas com acompanhamento remoto.
O setor de plásticas é o motor desse movimento: o Brasil lidera o ranking mundial, com mais de 2 milhões de procedimentos por ano, 7% deles realizados em pacientes estrangeiros. A capital paulista concentra a maior fatia e já vê impacto direto no entorno: cresce a demanda por hospedagem próxima a clínicas e hospitais.
Construtoras passam a mirar esse público, como no Parque Global, que integrará torres residenciais a uma unidade avançada do Hospital Israelita Albert Einstein e a um hotel-boutique voltado a estadias prolongadas. O CEO da Benx, Luciano Amaral, afirma que o complexo deve se tornar um dos principais polos de excelência em saúde do mundo — e um imã para pacientes brasileiros e internacionais. Leia mais na Deutsche Welle